Incontinência urinária na mulher

Refere-se a perda involuntária da urina pelo canal da urina. Distúrbio mais freqüente no sexo feminino, pode manifestar-se tanto na quinta ou sexta década de vida quanto em mulheres mais jovens.

Isso ocorre pois a mulher apresenta  duas falhas naturais de contenção no assoalho pélvico: o hiato vaginal e o hiato retal. Isso faz com que essas estruturas musculares, que dão sustentação aos órgãos pélvicos, sejam mais frágeis nas mulheres.

 

 


A perda do controle urinário é uma condição comum, experimentada por milhões de pessoas. Pode roubar-lhes o sono, levando-as a exaustão; pode prejudicar-lhes o dia-a-dia normal, as atividades físicas e até mesmo o ato sexual. O sucesso em seu tratamento, começa com um diagnóstico preciso.

 

São dados importantes para o diagnóstico o levantamento da história dos pacientes e a elaboração de um diário miccional onde eles devem registrar as características miccionais e a frequencia da perda urinária por um período de dois dias. 

 

 

 


 

 

 

 

Outro recurso para firmar o diagnóstico é o exame urodinâmico, que é pouco invasivo e registra a ocorrência de contrações vesicais e a perda urinaria sob esforço.

 

 

 

 
O tratamento da incontinência urinária por esforço é basicamente cirúrgico, mas exercícios ajudam a reforçar a musculatura do assoalho pélvico. Atualmente, a cirurgia de sling, em que se coloca um suporte para restabelecer e reforçar os ligamentos que sustentam a uretra e promover seu fechamento durante o esforço, é a técnica mais utilizada e a que produz melhores resultados.

 
Para a incontinência urinária de urgência, o tratamento é farmacológico ou cirúrgico. O farmacológico pressupõe o uso ininterrupto ou não de várias drogas que contêm substâncias anticolinérgicas para evitar a contração vesical. Esses remédios provocam efeitos colaterais, como boca seca, obstipação e rubor facial.

 

 


Siga então essas recomendações:


Procure um médico para diagnóstico e identificação da causa e do tipo de perda urinária que você apresenta;
Não pense que a incontinência urinária é um mal inevitável na vida das mulheres depois dos 50, 60 anos. Se o distúrbio for tratado como deve, a qualidade de vida melhorará muito;
Considere os fatores que levam á incontinência urinária do idoso – uso de diuréticos, ingestão hídrica, situações de demência e delírio, problemas de locomoção – e tente contorná-los. Às vezes, a perda de urina nessa faixa de idade é mais um problema social do que físico;
Evitar a obesidade e o sedentarismo, controlar o ganho de peso durante a gestação, praticar exercícios fisioterápicos para fortalecer o assoalho pélvico, são medidas que podem ser úteis na prevenção da incontinência urinária.

 

 

 






 

 

 

 

 

 

Map